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FILOSOFIA E DEUS I.A.

 ### 2\. Filósofos ateus: aqueles que negaram Deus ou rejeitaram a crença religiosa Estes são alguns dos nomes mais importantes, da Antiguidade à filosofia contemporânea. ![Marble head of Epikouros - Roman - Imperial - The Metropolitan Museum of Art](https://images.openai.com/static-rsc-4/zJaS473Uu3pGkAIaG2EV7gAczhD0xvgBUB8GZgSQ3NrFebqUVJTKHL2mOGwfZoyT-sBmAWEhrKt4b-nE8O4wER0OHf66M5xzlGlp3Iwtnkp55PpUkpT9_I6BoOdV6ap7FkioX3uBHfOQQ4rpjdKZOzVmY0N3Um5_TpfaYU61qz0ahqaBV9JWqCKZyn7CK1Go?purpose=fullsize) Epicuro (341–270 a.C.) Não deve ser classificado simplesmente como ateu: admitia a existência dos deuses, mas considerava-os indiferentes aos assuntos humanos. Rejeitava o medo da punição divina e a ideia de que os deuses governassem os acontecimentos cotidianos. Ideia central: podemos viver tranquilamente sem temer os deuses. ![Paul Henri Thiry d’Holbach | Philosophie Magazin](https://images.openai.com/static-rsc-4/JDoGISWxA0Oe4mDuYuERy-0TPCAncgHLat_q0Qta8RHvkV_QdYjm3lI1DhGhWUmA0q5bBOoFn8q...

LINGUAGEM CULTA X LINGUAGEM POPULAR

Por que a linguagem popular é aceita por uns e rejeitada por outros? Sua observação toca numa questão clássica da sociolinguística: a relação entre língua, poder e desigualdade social. Há pelo menos quatro razões para essa aparente contradição. ### 1\. A língua é também um instrumento de poder O sociólogo francês Pierre Bourdieu desenvolveu o conceito de capital linguístico: determinadas maneiras de falar têm maior valor social porque são reconhecidas e legitimadas por instituições influentes. Pense em duas pessoas que apresentam a mesma ideia. * Uma utiliza a variedade linguística associada às elites, com vocabulário formal e construções prestigiadas. * A outra utiliza expressões regionais, construções populares e uma pronúncia socialmente estigmatizada. Se a primeira for considerada inteligente e a segunda, ignorante, antes mesmo de examinarem o conteúdo do que disseram, temos um exemplo de como o prestígio social da linguagem pode influenciar o julgamento sobre o falante. A diferenç...

ANA ELISE I.A

  Claro. Pode enviar o seu texto, “Ana Elise e a educação brasileira”, que farei uma análise cuidadosa, tanto do conteúdo quanto da argumentação, do ponto de vista político, ético, educacional e filosófico. Antes, gostaria de estabelecer uma distinção importante para orientar nossa discussão: defender a igualdade e a justiça social é uma coisa; justificar manifestações de hostilidade contra pessoas por sua cor ou por sua religião é outra. São questões que precisam ser examinadas separadamente, independentemente de quem seja o autor das declarações ou de sua orientação política. Na análise, pretendo observar cinco aspectos: * As declarações atribuídas a Ana Elise: o contexto em que foram feitas, sua autenticidade e o que efetivamente permitem concluir. * A coerência entre discurso e comportamento: a relação entre a defesa pública da igualdade e eventuais manifestações de intolerância contra determinados grupos. * A educação brasileira: o papel da formação intelectual, da educação mo...

O MÉDICO E O PETISTA

O MÉDICO E O PETISTA Às vezes, como médico atuante há 40 anos, escuto atentamente o paciente (e familiares) nos seus momentos mais difíceis de saúde, quer física, quer orgânica, psicológica ou psiquiátrica, alucinar ou delirar. Diante de um drama como esse é um desafio encontrar o tratamento mais adequado para ele. Muito mal comparando, é o que me passa na cabeça quando assisto na TV aberta e midias sociais alguns posts, vídeos sobretudo, de um esquerdista ou de branco bajulador de Lula, defendendo Lula e seus comparsas, espicaçando o indivíduo conservador que dele discorda ou critica. Logo penso: das duas uma; ou tem transtorno mental ou não tem caráter.  No meu consultório, precrevo àquele lítio, clonazepam, sertralina, carbamazepina, risperidona, zolpidem e etc. , mas o que prescrever para aduladores, ignorantes e beócio mitômanos, paralapatães e corruptiveis eleitores de LULA? Como tratá-los? Não há tratamento médico. Em caso de ofensa, calúnia e difamação, resta-nos apenas ent...

VOCABULÁRIO ENGLISH

 Perfeito! Você trouxe duas listas excelentes para ampliar o vocabulário: uma de palavras sofisticadas em inglês e outra de expressões idiomáticas. Vou criar frases em inglês com tradução para o português, para que você aprenda o significado e veja como usar cada expressão em contextos reais. ### 1\. Frases com vocabulário sofisticado | Palavra       | Frase em inglês                                        | Tradução                                                      | | ------------- | ------------------------------------------------------ | ------------------------------------------------------------- | | Propitious    | The circumstances were propitious for change.          | As circunstância...

ORIGEM DA I.A.

  Se você está perguntando de onde veio a inteligência artificial que usamos hoje — como ChatGPT, Gemini, Claude etc. — , a história é fascinante porque ela não nasceu de uma única invenção. Ela resulta de várias décadas de matemática, lógica, computação e neurociência. 1. A semente: Alan Turing — 1936–1950 Um dos grandes precursores foi o matemático britânico Alan Turing . Em 1936, Turing formulou o conceito de uma máquina capaz de executar algoritmos — a chamada Máquina de Turing . Isso ajudou a estabelecer os fundamentos teóricos da computação. Em 1950, publicou Computing Machinery and Intelligence , começando com a famosa pergunta: "Can machines think?" — "As máquinas podem pensar?" Ele propôs o que posteriormente ficou conhecido como Teste de Turing : se uma máquina conseguisse conversar de tal maneira que um ser humano não conseguisse distinguir suas respostas das de uma pessoa, haveria um argumento operacional para considerá-la inteligente. 2. O nas...

VIkTOR FRANKEL

 Sim. Essa comparação é particularmente rica porque os seis pensadores partem de uma mesma pergunta — o que significa ser humano? — mas chegam a respostas muito diferentes. A melhor maneira de compreendê-los é colocá-los diante de seis grandes questões: o que move o homem, o inconsciente, o sofrimento, a liberdade, Deus e o sentido da vida. 1. A ideia central de cada um Pensador Ideia central Freud O homem é profundamente influenciado por desejos e conflitos inconscientes. Jung O homem precisa integrar as diferentes dimensões da própria psique e realizar-se. Nietzsche O homem deve superar-se e criar valores próprios, em vez de simplesmente obedecer a valores herdados. Frankl O homem é fundamentalmente orientado pela busca de sentido. Sartre O homem é radicalmente livre e responsável por aquilo que faz de si mesmo. Camus O homem busca sentido em um universo que não oferece uma resposta definitiva; daí nasce o absurdo. Há, portanto, uma espécie de sequência muito interessante: Freud ...