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DE UM INTERNAUTA

Assisti recentemente ao clássico Julgamento em Nuremberg (1961), dirigido por Stanley Kramer e atualmente disponível no Prime Video. Terminei o filme em silêncio. Não por causa da sentença, mas por causa da pergunta que ele deixou. Algumas obras não terminam quando os créditos sobem; elas continuam dentro de nós. Vivemos dias em que o cidadão comum tenta compreender o Direito sem dominar a linguagem dos juristas. Acompanha decisões, lê votos, escuta especialistas, vê as redes sociais transformarem processos em arenas e, ao final, guarda apenas uma inquietação: onde termina a justiça e onde começa o poder? Não escrevo como advogado. Escrevo como cidadão e como educador. Sempre acreditei que a justiça deve inspirar confiança, e não medo. Quando um tribunal passa a despertar mais receio do que serenidade em parte da sociedade, não significa, necessariamente, que tenha perdido sua legitimidade; significa, porém, que existe uma confiança pública a ser reconstruída. A credibilidade da Justiç...

A HUMANIDADE COMETE BARBARIDADES

A humanidade é capaz de criar barbaridades, para em seguida, desesperadamente, buscar meios de escondê-las ou ressignificá-las ao longo da história de tal forma que os fins justifiquem os meios, acima de tudo, claro, quando favorecem o poder vigente, mantendo o status quo.

CATÓLICOS X PROTESTANTES

Jean Calas was sixty‑three years old, a cloth merchant in Toulouse, and by every account a perfectly ordinary man. He had a wife, several children, a shop, and one problem he could do nothing about: he was a Protestant. France in 1761 was officially Catholic, and there was no legal right to be anything else. Toulouse was one of the worst places in the country to be a Huguenot — the city still held an annual festival celebrating the massacre of four thousand Protestants two centuries earlier. Protestants there were tolerated, barely, on sufferance, and everybody knew it. The Calas household was quiet. Mixed, even — one of Jean’s sons, Louis, had converted to Catholicism, and his father had accepted it and continued supporting him. Their long‑serving maid, Jeanne Viguière, was a devout Catholic who had lived with the family for decades and adored them. Then, on the night of the 13th of October 1761, Jean’s eldest son Marc‑Antoine was found dead in the family’s shop. He had taken his own ...
 A pequena burguesia socialista brasileira, eleitora fiel de Lula, cara asqueroso, boçal, apedeuta, mitômano e biltre, oriunda da clássica ou tradicional classe média*, é intelectualizada; atribui-se o milagre ter sido purificada de todos os seus pecados originais como:  ELITISMO SOBERBA OSTENTAÇÃO EXIBICIONISMO ESNOBAÇÃO DESLUBRAMENTO EXTRAVAGÂNCIA LUXÚRIA  EXPALHAFATO BRAVATA BANALIDADE GASTANÇA & DESPERDÍCIO & HIPOCRISIA. Batizada por Karl Max, confirmada por Gramsci e pela Escola de FRANKFURT, está muito bem representada pela desnutrida moral e intelectual petista JANJA, o mais lídimo exemplo da contraditória intelligensia socialista, o melhor que teria a oferecer como sinônimo de progresso humano nacional. *esta assume seus pecados, mas o faz com moderação e discrição

EXIBICIONISMO

A pequena burguesia socialista brasileira, eleitora fiel de Lula, cara asqueroso, boçal, apedeuta, mitômano e biltre, oriunda da clássica ou tradicional classe média, atribui-se o milagre ter sido purificada de todos os seus pecados originais pelo batismo de KARL MARX como:  ELITISMO OSTENTAÇÃO EXIBICIONISMO ESNOBAÇÃO DESLUBRAMENTO EXTRAVAGÂNCIA EXPALHAFATO BRAVATA BANALIDADE MEDIOCRIDADE GASTANÇA & DESPERDÍCIO & HIPOCRISIA, muito bem representada pela desnutrida moral e intelectual petista JANJA, o mais lídimo exemplo da contraditória intelligensia socialista, o melhor que teria a oferecer como sinônimo de progresso humano.  

UM BRASIL QUE DESAPARECEU

  UM BRASIL QUE DESAPARECEU* Home / TEXTO / UM BRASIL QUE DESAPARECEU* AMANHECI saudosista de um Brasil, que parece estar desaparecendo. Por Paulo Rebelo O BRASIL é um país que, às vezes, parece imaginário, concebido a partir da ambição de aventureiros, fugitivos, exilados, degredados, peregrinos e sonhadores, em busca de um paraíso na terra, riqueza ou apenas um lugar para viver e morrer em paz. Havia uma costa imensa de praias a perder de vista, ora mares bravios ora enseadas, repletas de aguás plácidas, cálidas e cristalinas. Havia rios caudalosos, riachos, corredeiras, cachoeiras, campos a desaparecer no horizonte, florestas exuberantes, viçosas e verdejantes, imensas e densas, exalando cheiros inebriantes depois das chuvas tropicais. Havia animais silvestres com sons exóticos e selvagens, que amedontracam e hipnotizavam o invasor. Vieram os brancos europeus e depois em sucessivas levas outros povos. Aqui encontraram os indígenas, ouro, prata e pedras preciosas. Brigaram, gue...

EXIBICIONISMO

ELITISMO OSTENTAÇÃO ESNOBAR BANALIZAÇÃO  EXIBICIONISMO DESPERDÍCIO GASTANÇA EXTRAVAGÂNCIA