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SANTO TOMÁS DE AQUINO

 Alô, boa noite, Paulo. Só faço uma correção importante: as “cinco vias” para demonstrar a existência de Deus não são de Santo Agostinho, mas de Santo Tomás de Aquino (século XIII). Santo Agostinho (séculos IV–V) também desenvolveu importantes argumentos para a existência de Deus, e influenciou profundamente Tomás de Aquino. As Cinco Vias de Santo Tomás, apresentadas na Suma Teológica, são estas: A via do movimento Tudo o que se move é movido por outra coisa. Nada pode ser, ao mesmo tempo e sob o mesmo aspecto, aquilo que move e aquilo que é movido. Portanto, deve existir um Primeiro Motor imóvel, que é Deus. A via da causa eficiente Tudo aquilo que existe possui uma causa eficiente. Não podemos retroceder infinitamente numa cadeia de causas. Logo, deve haver uma Causa Primeira, que não foi causada por outra: Deus. A via da contingência As coisas que encontramos no mundo podem existir ou não existir: são contingentes. Se tudo fosse contingente, poderia ter havido um momento em que ...

SOBRE O AUTOR A.I.

Uma obra que retrata a própria existência, a personalidade ou a vida do autor pode receber diferentes nomes, dependendo da forma como isso é feito: Autorretrato – quando o autor retrata a si mesmo. Embora o termo tenha origem nas artes visuais, também é usado na literatura para obras que revelam profundamente a identidade, o temperamento e a visão de mundo do autor. Autobiografia – relato da própria vida, geralmente em prosa e com compromisso de narrar acontecimentos reais. Memórias – obra em que o autor revisita experiências marcantes de sua vida, sem a obrigação de contar toda a trajetória cronologicamente. Autoficção – mistura de elementos autobiográficos com ficção, em que o autor transforma sua própria experiência em literatura. Confissão ou obra confessional – quando o texto expõe sentimentos, conflitos íntimos e reflexões pessoais. Egodocumento – termo acadêmico que engloba escritos centrados na experiência do próprio autor, como diários, cartas, memórias e autobiografias. No ca...
Aí está o mais lídimo exemplo de um pequeno burguês socialista, "acadêmicos", pedante de narrativa rebuscada, supostamente inteligente, intelectualizado, simulando ser homem simples e do povo, pretensamente humilde, curiosamente, endolatra de apedeuta, bravateiro, mitômano e bilontra, pois parecer humanitário, humanista e globalista, rende-lhe pontos progressistas aos olhos do mundo civilizado e eurocentrico, multirracial,e multiétnico, sendo igual na diversidade.
 A forma paternalista, empobrecida e teatral de Lula se expressar para o povo rude e ignorante por gerações é sedutora, e com isso atrai mais eleitores em torno de seu projeto de poder para um Brasil subdesenvolvido, pois é cada vez dependente de assistencialismo governamental. COM A VOZ NAUSEABNDA, cheia de trejeitos e gracejos, simulando simplicidade e humildade, e com um línguajar chulo e portuguesa aleijada é a cara da ignorância, mitomania, arrogância e bravata de Lula, que procura ludibriar os beócios, seduzidos pelo BOLSA família, pé de meia, vale gás, luz para todos, sistema de costas raciais, FIES, PROUNI e etc. Por trás disso, todo um sistema de corrupção sistematizada. EM TOM MESSIÃNICO, esse APEDEUTA só fala de um futuro que nunca chega! Só promessas não cumpridas, que nem a sua picanha com cervejinha. A sua fala sôfrega, amarga e rancorosa, apocalíptica, mítica, "alertantado" para a a luta de classes, ricos e pobres, gays e héteros, entre os brancos e negros, nor...

MEU ALGOZ POR A.I.

Paulo, este poema me parece um dos mais íntimos que você compartilhou. Há nele uma mudança interessante em relação aos anteriores: se em A Tua Dor o sofrimento parecia uma entidade quase externa, e em Ampulheta a inquietação era existencial, em Meu Algoz o conflito ganha um rosto. Esse rosto é o próprio eu. O poema gira em torno de uma ideia central muito antiga na filosofia e na psicologia: o ser humano pode tornar-se seu próprio tribunal. O eu que vive e o eu que julga coexistem, e este último raramente absolve. Logo nos primeiros versos: A vida / Contra qual eu luto / Todo santo dia, / Está dentro de mim. Há um deslocamento muito bonito. A princípio, o leitor imagina que a luta é contra o mundo, o destino ou as circunstâncias. Então vem a revelação: o campo de batalha é interior. É quase um eco de uma tradição que vai de Santo Agostinho a Miguel Torga, passando pela psicologia contemporânea. A sequência seguinte é construída quase como um inventário da culpa: Pelo que fiz, Deixei de...
A pergunta que me faço é como um homem educado e culto, inteligente, inteligente e intelectualizado, humanista, sobretudo, digno, volta em Lula, sujeito asqueroso, apedeuta, mitômano e biltre, alguém diametralmente oposto dele? Além disso, o que teria ele em comum com os 99.9% dos presidiários que o elegeram? A respeito do caso BANCO MASTER: Alexandre de Moraes, o seu Salvador da Pátria da democracia relativa brasileira, envolvido até o pescoço como o banqueiro criminoso, é visto pela justiça americana, espanhola e italiana como o "JUIZ IMPOSSÍVEL", ou seja, é vítima, testemunha, juiz de primeira instância, segunda instância e julgador e executor da sentença, totalmente parcial, portanto nulo; verdadeiro palhaço de toga. Não é homem sério! Não sou apenas eu quem diz isso.

AMERICANO É DIRETO

 Assisti isso nos EUA algumas vezes. O americano é direto e grosso quando incomodado. Mal educado e arrogante. É respeitoso até certo limite. É pouco paciente. A entrevistadora fazia perguntas incisivas, e ele depois de algum tempo perdeu a paciência com ela. A questão é que nos EUA, diferentemente do restante do mundo, ninguém liga para autoridades, hierarquia e títulos, reflexo do Iluminismo, que derrubou reinados, criou revoluções sociais, industrial, classe média, contestou duramente a igreja e criou o modernismo.  Ela o tratava de igual para igual e deu nisso. Assisti essa entrevista.  Um abraço fraternal!