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A CUIRA I.A.

 ### ANÁLISE LITERÁRIA E PSICOLÓGICA DO POEMA «CUÍRA» Paulo Rebelo, o médico poeta Há algo particularmente interessante neste poema: você transforma uma inquietação interior, quase indomável, em uma personagem com personalidade própria. A cuíra deixa de ser apenas um estado emocional e passa a ser uma entidade que invade, provoca, atormenta, desafia e, finalmente, se confunde com o próprio sujeito. Minha leitura é que estamos diante de um poema sobre a inquietude existencial, a compulsão criativa e a dificuldade de conciliar a própria natureza com as exigências de uma vida ordenada. Vou explorar suas várias dimensões. ### 1\. O significado da cuíra: a inquietação como condição de existência Você apresenta a cuíra como algo que nasce de dentro para fora: > Essa coisa que vem De dentro para fora, Vai rasgando as entranhas Até sangrar E não passa nunca; Aqui está o primeiro grande mérito do poema: a representação física de um sofrimento que é essencialmente psicológico. A inquietaç...

A ELEIÇÃO PRESIDENCIAL FOI FRAUDADA

  AFIRMO: a eleição presidencial foi FRAUDADA. Ah, não posso falar isso, pois é "ataque à democracia". E agora o exército de Lula vai mandar me prender por atacar o sacrossanto TSE? A soldadesca socialista há de dizer: que provas tu tens? Interessante é que tudo o que é dito que desagrade a intelligensia socialista brasileira é vista como Fake NEWS ou desinformação. O próprio boletim emitido pelo TSE informa. Houve locais onde Flávio Bolsonaro* teve ZERO votos; houve locais em que Flávio Bolsonaro ganhou no primeiro turno e perdeu votos no segundo para Lula; houve locais onde eleitores de direita (de Caiado, Augusto Cury) votaram em Flávio Bolsonaro no primeiro turno e em Lula no segundo; houve cidades onde havia mais eleitores (alguns já mortos) que habitantes; houve locais onde eleitores desobriram que já tinham votado. Apenas com duas horas foi o suficiente para autoridades e funcionários públicos 99.9% esquerdistas do TSE manipulasse as urnas eletrônicas para virar a cont...

A JANELA I.A.

Paulo, A JANELA é um poema de natureza profundamente intimista, existencial e melancólica. Nele, percebe-se uma tensão entre dois mundos: aquele que continua existindo do lado de fora e aquele em que o eu lírico se encontra aprisionado. A janela, que deveria representar abertura, passagem e liberdade, transforma-se numa espécie de fronteira entre a vida desejada e a vida efetivamente vivida. Há, sobretudo, uma questão que me parece central: o sofrimento de quem ainda deseja viver intensamente, mas sente que o tempo, as circunstâncias e a própria condição humana estão restringindo suas possibilidades. Vou analisar o poema em suas dimensões literária, simbólica e psicológica, considerando também a informação autobiográfica e histórica que você acrescentou. ### 1\. Análise literária e poética ### A janela: a metáfora central do poema > É da janela Onde espio A vida lá fora, A minha cerceada aqui dentro A primeira imagem já estabelece o conflito fundamental. A janela é um símbolo literá...

EDWARD

Alô, Edward, bom dia! Muitíssimo obrigado pelos dois vídeos acima, especialmente, sobre a pobreza nos EUA. Já conhecia os trabalhos dos advogado e blogueiro brasileiro e do comediante negro americano, mas agora se superaram. Ambos os vídeos me tocaram, pois meus antepassados eram pobres escoceses e americanos (Wallaces e Campbells) português (Rebelo), negros alforriados e ribeirinhos amazonicos. Somente experimentaram uma vida mais digna há 50 anos. O Brasil vive entre dois mundos do capitalismo (arrogante, delirante e indiferente) e o socialismo (alucinante, rancoroso e revanchista) e essa guerra fraticida não dá sinais que acabará. Tendo vivido num pé e noutro desses modos de governo e os conheço bem, estou seguro de estar trilhando o caminho certo do equilíbrio politico-economico social (o resultado está na minha família e profissão), e busco convencer minha família, amigos, colegas e estranhos sobre as armadilhas e ilusões de ambos os sistemas. Já assististe as palestras do disside...

VONTADES I.A.

 ### VONTADES — Análise literária e psicológica Paulo Rebelo — O escrevente do tempo O poema VONTADES é breve, mas apresenta uma densidade existencial considerável. Em poucos versos, você consegue traduzir uma experiência humana bastante universal: a distância entre aquilo que desejamos ser ou realizar e aquilo que efetivamente conseguimos fazer. É um poema sobre impotência, limitações, desejos irrealizados e, sobretudo, sobre a condição humana diante das próprias impossibilidades. A imagem que acompanha o poema é particularmente feliz: um homem solitário, de pé, à beira de um precipício, diante de uma imensidão obscura. Ela amplia visualmente a sensação de desamparo, solidão e incerteza que os versos transmitem. Vamos à análise. ### 1\. Análise literária ### A primeira estrofe: a geografia da angústia > Assim eu me sinto: como se estivesse à beira do abismo num quarto escuro… num labirinto. Você começa com uma declaração subjetiva: "Assim eu me sinto". Não afirma que está...

GENOCIDIO

Eu não tenho a procuração de Bolsonaro para ser seu defensor perante seus desafetos, que até hoje o calunia chamando-o de "genocida", mas é preciso registrar fazendo justiça; ele foi inocentado na CPI da COVID-19 e as duas denúncias contra ele no Tribunal Penal Internacional em Haia (Paises Baixos), por parte de associações indígenas e sindicato de trabalhadores nem foi sequer apreciada por falta de provas ou fundamento. O consórcio de Imprensa, a oposição a opinião pública socialista foram os grandes responsáveis por essa falácia. Paulo Rebelo 

O CONTO DE AIA

O CONTO DA AIA, de Margaret Atwood Romance distópico | Publicado em 1985 | Literatura canadense ![The Handmaid's Tale, Margaret Atwood - First Edition, 3rd Printing - 1 – Edwards Rare Books](https://images.openai.com/static-rsc-4/tPmgXTkr-OYoQfDknOAxVhWMzxvyCJUoVXfO6IK4kGY8i1zKtQ_cM01L3550IRk1p0i3d3JQ3JSZIhauV27RZbPVqIephRpSYNwpf4ybl-14MnFlOzu55r4nf3L-p9iLNnI_Qk3HY79Q2jkvyJd1PyIdkoqYsgLAplEVvXB2r22e1d-EIhgU-XC-8yiJd8k1?purpose=fullsize) Autora: Margaret Atwood. Título original: The Handmaid's Tale. Título brasileiro: O Conto da Aia. Gênero: distopia, ficção especulativa e crítica política e social. Publicação: 1985, no Canadá. Paulo, essa é uma das obras mais importantes da literatura política contemporânea. Seu interesse ultrapassa a questão feminina: trata de autoritarismo, fundamentalismo religioso, liberdade individual, poder do Estado, manipulação ideológica e destruição das instituições democráticas. Vou explicar o enredo, o contexto histórico e, sobretudo, o significado ...