CICLO DE VIDA COMPLETO

Alô, Lenira!

Muitíssimo obrigado!


Saudades!


Espero que estejas bem!


Na medicina, completei esse ciclo através de meus dois filhos cardiologistas Bruno e Breno, que profissionalmente estão muito bem. Trabalhamos juntos. Aprendo diariamente com eles. Fico com a sensação de dever cumprido. Meu velho pai dizia: "o que é que eu quero mais?"


Agora veja como é a vida: a arte literária ocorreu há décadas para mim. Ocorreu da minha observação diária do sofrimento humano. Veio para amenizar as agruras de minha vida. Foi sem traumas. Na falta de ter com quem conversar (pois, todos têm o que fazer e não vou perturba-los, eu escrevo). 


Surpreendente, o poema AMPULHETA surgiu a partir de uma imagem e breve texto de uma distante prima minha de segundo grau em que ela dizia, que na altura de sua vida o que era importante e urgente no passado havia adquirido um outro significado; tudo o que fazia sentido não fazia mais; havia ocorrido um ressignificado de sua vida; algo mais simples, mas que havia mexido profundamente com ela: era muito feliz com os três netinhos ao seu lado. A passagem para essa nova fase de vida foi mansa e sem problemas. Foi isso que busquei passar no meu poema. 


O teu check-up cardiológico já tem 6 meses? Precisando disponha!


Um abraço fraternal

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