Vinicius Maia, eleve o teu vocabulário e elabore melhor o teu texto, que não traz absolutamente nada de novo. Como esperado, a maioria do eleitorado do Lula, o apedeuta, mitômano, bravateiro e biltre decepciona, pior ainda quando vem da autointitulada classe média do 1.99 real da Dilma ou da patética e contraditória burguesia socialista com seu discurso sócio-político sofismático e rebuscado silogismo; é repetitivo, cansativo, populista e demagógico. 

Aproveite tua empolgação nos momentos finais, pois Lula cairá no próximo fim de semana.

Agora tu que te achas intitulado e com direito a detratar aquele que pensa diferente de ti diga-me: como alguém educado e culto, inteligente e intelectualizado, humanista, sobretudo, digno vota em Lula, um indivíduo apedeuta, asqueroso, seboso, falastrão, mitômano e ainda mais BILONTRA ou seja, um cara diametralmente oposto dele? Aliás, o que tu tens em comum com os 99.9% dos marginais que apoiam o LULA? Se for para xingar não perca o teu tempo.


Aprenda um pouco, pois isso é história.


Ainda que o país logo após o período de Redemocratização do Brasil, já a partir da Constituição Federal de 1988 tenha buscado a igualdade e justiça social depois do fim da ditadura militar, isso não se concretizou com FHC (8a), Lula (8a), Dilma (5a- impeachment) e Lula (4a). Não nos esqueçamos de Sarney, Collor e Itamar Franco (com a ressalva do Plano Real). O Brasil está pior e vive, pasme, de promessas como a picanha e a do MOUNJARO para o pobre gordo à base do carboidrato de má qualidade que sequer tem o que comer. Acompanhando a tendência mundial do surgimento da social democracia europeia e norte-americana, diante do abismo econômico entre as nações ricas e pobres, rebatizada de "progressismo", TODOS os programas sociais  governamentais brasileiros têm origem ou inspiração no Primeiro Mundo, com exceção do SUS, datando à época do Iluminismo. A esquerda brasileira gaba-se da originalidade de seu assistencialismo governamental, eivado de oportunismo, populismo e corrupção, indissociável da figura de Lula, apedeuta, mitômano e biltre, autointitulado estadista, eterno aspirante ao prêmio Nobel da Paz, apelidado de o Pai dos Pobres, que sequer conseguiu por a picanha com cervejinha na mesa dos miseráveis que ajudou a multiplicar e adubar com migalhas sociais.

NADA PESSOAL

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