CRÍTICA LITERÁRIA NAZARÉ
[25/10, 15:57] Nazare Pacheco: Aproveitei o sossego desta tarde q estou sozinha no meu apto em Belém, para fazer algumas considerações expontâneas sobre seus poemas, sobre o escritor.
[25/10, 15:58] Nazare Pacheco: Há poetas q escrevem poemas. E há poetas q se revelam em poemas.
Você pertence a segunda categoria.
Na delicadeza de seus versos habita a mesma essência q o consagra como médico: a escuta sensível, o coração bom e uma rara capacidade de enxergar luz onde muitos só veem sombra.
Seus poemas não são apenas construções literárias impecáveis; são confissões da alma. Nelas ecoam suas noites em claro, suas dores, mas sobre tudo, sua imensa fé na vida. Ler seus poemas é ter o privilégio de acessar o mundo interior de um homem q fez da palavra um instrumento de cura para os outros e para si mesmo.
Tenho acompanhado sua trajetória poética e posso afirmar estarmos diante de um grande escritor.
O que mais me comove em sua escrita é como ele transmuta a experiência humana- com suas angústias, suas insônias e seus silêncios- em arte. Há bondade em cada verso. Há verdade. Há essência.
Este livro não é uma estreia, é uma consagração. É o encontro do leitor com um poeta que já nasceu pronto.
Comentários
Postar um comentário