RACISMO NO BRASIL X EUA
A diferença racial entre os EUA e os Brasil.
Acadêmicos e intelectuais americanos de verve socialista, em conluio com seus pares brasileiros, há 70 anos agem silenciosamente para tornar o Brasil um país bicolor à semelhança dos EUA ou seja, um país de pretos e brancos (este sim, um país racista); portanto, não existiria mais o mestiço; este seria o preto. A razão é criar unidade contra o CAPITAL sob o mote da igualdade e justiça social, pondo pardos (frutos da miscigenação racial não vista em nenhum outro lugar do mundo) no mesmo grupo de negros.
Ao eliminar o grupo dos pardos do Brasil, que agora podem se identificar (e conseguiram) como negros, mesmo que esse pardo seja resultado da união do branco com o indígena, a esquerda busca apagar a notável característica da miscigenação racial no Brasil, acirrando a luta racial no país.
Nas décadas de 80-90 várias personalidades americanas como SPIKE LEE, cineasta de "Faça a coisa certa" Condoleeza Rice, secretária de estado de BUSH filho (esta maravilhada com a mestiçagem baiana) entre outros visitaram o Brasil e testemunharam in loco o mistério da miscigenação racial e a ausência de tensão racial no país. Spike Lee e outros convenceram seus semelhantes brasileiros já sensibilizados por sentir na pele o racismo, que existia, sim, o racismo no Brasil; que ele era estrutural, perversamente silencioso e portanto, "pior do que nos EUA" que já tinham sanado a desigualdade racial com a criação do Sistema de Cotas Raciais.
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