SEM SENTIDO

SEM SENTIDO

Poema de Paulo Rebelo 


đź–‹Eu sei, eu sei…


Pode parecer estranho


E sem sentido


O que está por mim escrito.


HĂŁo de dizer que estou insano,


Tampouco sou espĂ­rita;


NĂŁo foi nada psicografado,


Mas incorporado.


É como pacientes, que um dia atendi


Estivessem Ă  noite ao meu lado


(muitos já mortos),


E dissessem sob os auspicios do CRIADOR, 

Todos eles em coro e ao mesmo tempo, 

Sussurrando em meus ouvidos:


“Escreva sobre a minha dor, doutor”.


(No fundo, também, é a minha própria)


Paulo Rebelo, o médico-poeta.

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