LULA E A BURGUESIA SOCIALISTA
Apedeuta, mitômano, parlapatão e biltre! Não são apenas os miseráveis dependentes do assistencialismo governamental, que ao ajudar a eleger esse mau caráter como presidente há duas décadas aproximadamente desgraçam o Brasil, mas sobretudo, a paradoxal "intelligensia socialista brasileira", constituída de acadêmicos, intelectuais, artistas, jornalistas, professores, educadores, sindicalistas, estudantes universitários ideologicamente à esquerda, que são os maiores responsáveis pela tragédia sócio-político-econômica nacional, completamente, ignorada por estes, por conta do deslumbramento da figura utopia ou messiânica de Lula, que os seduz e deslumbram todos, a partir da cantilena dos inúmeros Programas Sociais, que diz ter criado como "o maior presidente da história desse país", em busca de igualdade, justiça social e reparação histórica. A classe média, dita "consciente" ou "esclarecida", a "burguesia socialista" é articulada, bem educada e culta, inteligente e intelectualizada, autointitulada humanista, influente, pedante, presunçosa, oportunista, ladina, demagoga e populista, portanto é perigosissima, capaz de por e derrubar presidentes; tem todos os atributos e recursos de uma classe criminosamente manipuladora das classes inferiores, fazendo com que estas se insurjam contra os "poderosos e sistema", fazendo por ela o trabalho sujo de invasões, ocupações e quebra-quebra. Age assim conscientemente para afagar o seu ego e apagar a sua imagem burguesa egocêntrica, apresentando-se como libertária, justa, caridosa e benevolente ou seja, Salvador da Pátria à imagem de Lula. A história política de Lula já seria grandiosa por conta de sua extensa agenda social para os desfavorecidos, inigualável no mundo, principalmente, por causa do SUS, mas sua vida pública foi indelevelmente maculada pela corrupção endêmica e incompetência governamental. A sua desfarçatez e, sobretudo, a amaurose da patética e contraditória burguesia socialista brasileira que o apoia, ignorando ou relativizando seus crimes políticos chocam.
Paulo Rebelo, liberal.
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